Sábado, 30 de Junho de 2007

Largo do Arrabalde - Vista aérea dos anos 40

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Ora aqui está uma preciosidade dos anos 40, uma foto do Largo do Arrabalde tomada de avioneta.
 
Repare-se no pormenor das casas de banho ainda estarem localizadas onde está o actual quiosque e no largo já não existir o mercado municipal, pelo que se poderá deduzir que esta foto será de finais dos anos 40, após 1945, uma vez que em 28-12-1945, o então Presidente da Câmara, Dr. Artur de Almeida Carvalho Júnior, no uso da palavra propunha à Câmara:
 
“ Está o actual Mercado instalado desde longa data no centro da cidade, (Arrabalde) sem que possua as mais elementares condições de higiene e aceio; acresce, além disso, ser o referido local logradouro dos desocupados e mendigos da cidade e não é coisa rara verem-se estes últimos em descuidado trabalho de despiolhamento que enoja quem passa; o mesmo acontece com as chamadas “regateiras” do mercado. Ora, este estado de coisas é vergonhoso para uma terra que tem categoria de cidade e que além disso é frequentada no verão por centenas de aquistas que aqui vêm fazer uso das águas das Caldas. Por todas estas razões e porque o local se presta a uma urbanização fácil que a torne «Sala de visitas» da cidade, proponho que seja transferido, ainda que provisoriamente, para os terrenos que são pertença da Câmara Municipal, conhecido vulgarmente pelo nome de «Horta das Longras».
 
Sabe-se que em 1947 o mercado situado entre as Ruas das Longras e a Rua do Olival já estava em funcionamento e que no mesmo foram usados os muros e gradeamentos do antigo mercado do Arrabalde pelo que arriscaria a dizer que esta foto é do próprio ano de 1947 ou 1948.
 
Questões de datas que não tiram a beleza a esta curiosa foto.
 
A foto é pertença da colecção particular do Dr. Reis Morais ao qual o Chaves Antiga agradece a sua cedência para publicação.
publicado por Fer.Ribeiro às 15:57
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Sexta-feira, 29 de Junho de 2007

Sporting Clube Flaviense, 1919.

 

O anterior artigo, foi dedicado ao Futebol, e , em princípio, iríamos saltar para outro tema, mas como nos enviaram esta preciosíssima relíquia, não resistimos à tentação de a publicarmos.

Já aqui falamos dos vários clubes anteriores à fundação do Grupo Desportivo de Chaves; Flávia,  Atlético, Académica, Juventude e Tâmega Footaball Club, quase todos eles com breves existências,  hoje vamos falar de outro, o Sporting Clube Flaviense que poderá ter sido o pioneiro do futebol em Chaves, contudo, não temos a certeza, outro pormenor digno de realce, é o local desta foto, pensamos que seja no Tabolado, onde se construiu o primeiro campo para a prática do desporto-rei, e para finalizar, vamos à apresentação dos craques: 1ª fila (sentados)- António Carmona Barreto, José Padrão, Julio Teófilo, Juvenal Setas e João Vilas Boas Rodrigues, 2 ª fila (tambem sentados) Alfredo Setas, Alberto Nunes e Cruz, 2ª fila- Eduardo Padrão, António Vaz Faria, Mário Silva Pereira e  "Tão" Mesquita.

 

Mais uma foto gentilmente cedida por João Setas Dias.

publicado por hpserra às 17:12
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Quarta-feira, 27 de Junho de 2007

Encontro das velhas guardas do Clube Atlético Flaviense, anos 70.

 

Esta rapaziada que aqui vemos nesta bela foto, já  nesta altura, há cerca de 30 anos, andariam quase todos nos 50 anos, pelo menos, excepto talvez o Santiago. Esta fotografia, é da segunda metade dos anos 70, e não sabemos se estes antigos craques do Clube Atlético Flaviense estariam a comerar algo em concreto, ou se tratou de um mero convívio, o local, é o Estádio Municipal ainda sem relva e quase sem bancadas. Quanto a nomes das "estrelas", o "ChavesAntiga" reconhece na fila de cima, Albano, "Pipa"(g.r.), Gualter, Santiago e Zé Bandeira(g.r.), na fila de baixo, Flávio "Larufas", Silvino e Lelo da "Tenda", como é hábito, contamos com a colaboração dos nossos comentaristas-visitantes para identificar os restantes craques.

publicado por hpserra às 20:33
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Terça-feira, 26 de Junho de 2007

BVSP no "Aprígio", finais de 70's.

 

Há já várias décadas que o Restaurante "Aprígio" serve de encontro de muitos flavienses e ultimamente até bloguistas lá vão confraternizar, aqui  no caso desta foto, são alguns elementos dos BVSP, acompanhados pelo seu então Comandante Quina Falcão, popularíssimo flaviense, falecido já há muitos anos, reconhecemos tambem facilmente o Quim Barrigas( 4º esq/drt) , há ainda mais caras conhecidas, mas o "ChavesAntiga" está a ficar velho, e por vezes tem lapsos de memória.

publicado por hpserra às 19:56
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Segunda-feira, 25 de Junho de 2007

Cine-Teatro, Março de 1974, Rancho Folclórico da Escola Industrial e Comercial.

 

Bons tempos em que o Cine-Teatro era um espaço cultural que fazia jus ao seu nome; cinema, teatro, actuações de conjuntos em festas de finalistas, saraus. Aqui vemos em actuação o Rancho Folclórico da Escola Industrial e Comercial, quanto aos intervenientes, o "ChavesAntiga" apenas reconhece o Artur Pereira, que é o o segundo, sentido esq/drt, do quarteto que está a dançar, mas mesmo passados 33 anos, certamente que será fácil indentificar mais alguem.

 

* Mais uma foto gentilmente cedida por Artur Pereira.

publicado por hpserra às 19:09
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Domingo, 24 de Junho de 2007

A mais bela flaviense de 1934

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Durante o ano de 1934 no “Comércio de Chaves” era publicado este cupon para que a população escolhesse a sua beldade flaviense.
 
Pela certa que o tema deu origem a muitas apreciações, tertúlias, debates e discussões.
 
Pois deste concurso de beleza saiu a beldade flaviense de então, e nem há como deixar aqui os resultados para 73 anos depois recordarmos o nome da beldade e que foi a D.Margarida Pardo D’Oliveira, mas a julgar pelos resultados, a D.Natália Monteiro, também deveria fazer tirar o chapéu a muita gente.
Também curioso foi o prémio, pois era nada mais nada menos que uma ampliação 30x40 de cor sépia, com rica moldura estilo Luís XVI, oval.
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publicado por Fer.Ribeiro às 22:03
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Sábado, 23 de Junho de 2007

Transportador de carqueja, início do século XX.

 

Há actividades, que por força do progresso, não resistem, entram em declínio, e acabam mesmo por desaparecer, e já por várias vezes aqui na Blogosfera fizemos referência, por exemplo, ao ferrador, ao latoeiro, e no caso deste postal, o Barrosão transportador de carqueja, provavelmente dirigia-se à então Vila de Chaves para vender a tão famosa planta silvestre usada como acendalha. Falando ainda de declínio de certas profissões, e a propósito da carqueja, outra actividade que não está a resistir, a do carvoeiro.

 

 

publicado por hpserra às 06:53
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Quinta-feira, 21 de Junho de 2007

Baile de finalistas, 1964, ao som dos "Dólmenes"

 

Mas que grande animação!!! Ao som do Conjunto Académico "Os Dólmenes", estava tudo a "abanar o capacete" com estilo já bem "yé-yé", desperta uma certa curiosidade em saber qual era tema, mas duma coisa é que não temos dúvidas, não estavam a dançar nenhum "slow", sería a "rock around the clock"? É  uma hipótese, quanto ao local, parece o Cine-Teatro, será?

 

* Mais uma foto gentilmente cedida por Carlos Branco.

 

 

publicado por hpserra às 22:19
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Quarta-feira, 20 de Junho de 2007

Estrada da Madalena, início do século XX.

 

Embora esta foto não tenha chegado aos dias de hoje nas melhores condições, não deixa de ser bastante interessante, e logo à primeira vista, facilmente se indentifica o local porque a maioria dos edifícios ainda lá se encontram, mas por outro lado, olhando mais em pormenor, há já tambem muita coisa diferente, em especial do lado direito da imagem. Começando por aquele edifício dos arcos construido no século XVIII (à direita), que estranhamente foi mandado demolir já no longiquo ano de 1953, dizemos estranhamente porque era bastante interessante em termos arquitectónico, e os edifícios que se seguem a este, tambem já não existem. A partir desta foto, podemos concluir que em cem (100) anos, o Bairro da Madalena pouco cresceu.

publicado por hpserra às 16:57
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Terça-feira, 19 de Junho de 2007

Praça de Camões, 1962.

 

Há prióri, olhando para esta foto, dá a ideia que 45 anos depois de ela ter sido tirada que está tudo na mesma, mas há vários pequenos detalhes a ter em conta, senão vejamos: a Praça do Município ainda não tinha sido lajeada, isso foi só lá mais para finais de 60's, as casas ao centro da imagem estavam bem mais cuidadas do que actualmente, a Sociedade Flaviense estava em obras, foi provavelmente quando esse edifício foi pintado de verde claro, lá mais para trás na Rua Direita, vê-se a antiga casa da Família Delgado ainda com a parte superior revestida a zinco, e na vizinha Praça da República a então Casa de Saude do Dr. Mário Carneiro num estado que hoje gostaríamos de ver. Portanto, como no início do artigo foi dito, são vários pequenos pormenores, quase meio século depois, o que não é pouco.

publicado por hpserra às 11:19
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Segunda-feira, 18 de Junho de 2007

Garcia, o Barbeiro das Portas do Anjo

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Sempre que as pessoas mais velhas que eu vêem a foto das antigas portas do anjo dizem: - Ali na esquina era a barbearia do Garcia. Até eu que não conheci o Sr. Garcia Barbeiro, agora quando mostro a foto a alguém, digo – Ali na esquina, era a barbearia do Sr. Garcia.
 
Pois por mãos de uma neta do Sr. Garcia chegou até nós a foto do tão falado e conhecido Sr. Garcia e achei por bem, e só a título de curiosidade, juntar as duas fotos, onde se vê a barbearia do Garcia e o Sr. Garcia.
 
Resta uma personagem na foto: -  a do puto que está junto ao Sr. Garcia. Quem é a personagem!? Até dou uma ajuda. O puto, embora junto ao conhecido barbeiro, decidiu-se por outras artes, a arte da relojoaria e ourivesaria.
 
E para esta questão não ofereço pastéis de Chaves, pois a resposta é óbvia, basta olhar para a cara do puto e pôr-lhe umas dezenas de anos em cima, pois é tal-e-qual aquilo que é hoje, com as tais dezenas de anos em cima.  
publicado por Fer.Ribeiro às 01:43
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Domingo, 17 de Junho de 2007

O Ataque a Chaves

Joaquim Leitão, O Ataque a Chaves (1916). Note-se a evocação monárquica da cercadura azul e branca.

 

   A bibliografia impressa sobre as incursões monárquicas de 1911 e 1912 é vasta e bem conhecida dos especialistas. Existem, contudo, várias outras fontes, particularmente as manuscritas, que permanecem inéditas ou pouco divulgadas. Tal sucede com muitos dos relatórios e documentos depositados no Arquivo Histórico Militar, em Lisboa.

   Desse acervo, transcrevem-se duas listas dos civis que participaram na defesa da então vila de Chaves e duas passagens de uma extensa memória militar, elaborada em Braga e datada de 30 de Novembro de 1920, intitulada "Combate de Chaves" (AHM, 1.ª divisão, 34.ª secção, caixa n.º 9, n.º 1, ano de 1912).

 

   "Relação dos atiradores voluntários de Chaves que tomaram parte nas linhas de fogo, no espaldão da carreira do tiro e durante todo o dia 8 na defeza da Republica em Chaves aos 8 de Julho de 1912:

José Fernandes Canedo, comandante, Antonio Cachapuz, Vitorino Pereira (Vidago), José Reis, José Lourenço, Manoel Antonio Rodrigues, Antonio Maria, Adelino Chaves, Alfredo Tortinho, João Chipas, Rodrigo Augusto d'Amorim, Francisco de Souza, Antonio Martins, Sebastião Guimarães, Manoel do Nascimento Carvalho, Bernardino do Nascimento Carvalho, Manoel Augusto Lopes, Alexandre Luiz Pereira Junior, Raul Alves Leite, Manoel Rato, José Francisco de Moraes, José Neves de Souza, João Neves de Souza, Alexandre Pereira de Moraes, Alberto Pinto Gomes Ramos, Manoel Neves, Antonio Ramos, Antonio Pimentão, Antonio Sabroso, Antonio Castro Lopo, Antonio da Costa, Pedro Caiador, Antonio Ferreira, Antonio Martins Junior, Acacio Rodrigues."

 

(...)

 

   "Relação dos atiradores Voluntários de Chaves que em 8 de Julho se bateram ao lado das tropas republicanas em Vila Verde da Raia:

Dr. Antonio Joaquim Granjo, Antonio Jose Luiz Pereira, Deodoro Faria, Aurelio Ribeiro, Manoel Lima, João Gomes, Carlos Santa Crus, José Ramos Agrela, Alfredo Quina Falcão."

 

   Seguem-se dois excertos dos comentários de um oficial superior registados na supracitada memória:

 

   "XXXIII: Civis. Justina Maria da Silva, Gloria dos Anjos Alves Carneiro – Condecoradas com a medalha de "Merito, Philantropia e Generosidade" e gratificadas cada uma com 50 escudos "pelo arrojo e dedicação com que auxiliaram o transporte de agua e de viveres para a linha de fogo, em 8."

   A segunda das recompensadas cidadãs so pela citação official é conhecida, pois nenhuma referencia aos seus dedicados serviços se encontrou nos relatorios commentados. A outra, a Justina, conhecida uma meretriz conhecida [sic] pelo expressivo sobriquet de "Maria dos Garôtos" mereceu ao Chico Preto, chefe dos Serviços Administrativos, do Sector, quentes louvores que a maledicencia local não reputou de todo desinteressados.

   Relata o Chefe dos Serviços Administrativos que a Maria com um admiravel sangue frio e de baixo de um fogo intenso, ajudara a distribuir as rações de vinho e de viveres aos homens na linha de combate. (...) Mas a verdade é que democraticamente muito bem acamaradaram na ordem do exercito o Chico Preto ao lado da Maria dos Garôtos."

 

(...)

 

   "XXXIV: Voluntarios Civis. Os voluntarios civis eram e ficaram sendo conhecidos como "Elementos Civis" como "Defensores da Republica" e tambem como "Patriotas" no espirito caustico da multidão.

   O seu numero effectivo em Chaves deve fixar-se em 150 porque tantos foram os que em 8 de Julho depois das 8 horas da manhã se aprezentaram no quartel d'inf 19 para receber armamento e munições, como fôra acordado entre o seu chefe Canedo e o C. E. Maior do Sector, capitão Maia de Magalhães. (1)

   D'estes 150 patriotas apenas 3 ou 4 seriam republicanos sinceros e anteriores ao facil triumpho da demagogia em 5 de Outubro.

   Alguns não passavam de pretendentes a empregos publicos com mais aptidão para manejar um trabuco do que para soffrer as provas de um concurso.

   Outros e muitos reprezentavam os aventureiros trucolentos, os proffissionaes da desordem, conhecidos hoje como "carbonarios" da Republica e hontem como "caceteiros" da Monarchia. Ainda um crescido numero obedecia á inconsciencia das multidões inaptas para comprehender e explicar as determinantes da sua acção.

   Muitos dos voluntarios haviam recebido instrução de tiro ao alvo, na carreira de Chaves, na vigencia do regimen monarchico. (2)"

 

publicado por blogdaruanove às 23:56
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Sábado, 16 de Junho de 2007

Chaves - S.Bento em 8 de Dezembro de 1915

.

Postal da Edição de António Dias & Filhos, Agentes do Banco de Portugal – Chaves.
 
Curiosa a inscrição a vermelho na frente do próprio postal e que diz:
 
CHAVES – 3 – Inundações anuais,
que interceptam a ESTRADA DE
VERIN, a qual seria a unica co-
municação da vila com a estação
de caminho de ferro, se fosse ado-
ptado o traçado pela margem es-
querda do Tamega. (Cliché tira-
do no 3º dia de chuva, em 8
de Dezembro de 1915, pelos
srs. Santos e A.Alves.)”
 
E resta agradecer mais uma vez ao Artur Pereira a cedência do postal para publicação no Chaves Antiga.
publicado por Fer.Ribeiro às 15:19
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Sexta-feira, 15 de Junho de 2007

Os Herois de Chaves, Julho de 1912.

 

Esta é resposta do "ChavesAntiga" à pergunta deixada pelo nosso amigo Tupamaro no "Blog Chaves". Há alguns anos, alguem* dizia assim: -" Quem se mete com o PS, leva!! "- Nós dizemos, quem se mete com os Alto Tameganos, leva!!  Ai, ai... não fazemos a coisa por menos!!  É evidente que estamos a brincar, porque, como já devem ter reparado, sentido de humor é coisa que não falta por aqui. Mas agora vamos aos Herois de Chaves que vemos na imagem, um " GRUPO DE  CIVIS que tomaram parte nos combates de 7 e 8 de Julho de 1912, onde se vê o denodado republicano Dr. António Granjo" Há quem afirme que os ditos combates, não passaram de pequenas escaramuças, e que foi um acontecimento pouco relevante, mas o que é certo é que até tem direito a nome de uma rua em Lisboa.

 

* Esse alguem é Jorge Coelho, do PS

publicado por hpserra às 17:51
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Quinta-feira, 14 de Junho de 2007

Início dos anos 50, fases da construção do Pavilhão Termal.

 

Não há muito tempo, falou-se aqui no anterior Pavilhão Termal, que embora, em termos arquitectónicos fosse bonito, na parte funcional é que talvez já reunía as condições  para aquilo que já naquela altura se exigia, então,construi-se o actual Pavilhão. Para se excutar esta obra, obrigou à abertura de uma autentica cratera tal como as imagens o demonstram, a abertura ao público data de 1953, e a imagem de baixo à esquerda, é já dos anos 60

publicado por hpserra às 16:56
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