Terça-feira, 3 de Junho de 2008

Praça do Brasil, na "Idade do Pré-Betão".

 

Era este o aspecto, e foi durante cerca de quatro (4) décadas, a Praça do Brasil na "Idade do Pré-Betão", por esta altura, aproximavam-se os tempos "gordinho$" do "LOBBYBETÃO" e seus "KOMPAR$A$/KOMPADRE$",  começou-se com o "Mamararxotel", e acabou-se com aquele tipo de arquitectura um de cada tamanho. Nos dias hoje, a bela Torre de Menagem (Castelo) mal se vê desta Praça, no mínimo, impera por aqui o extremo mau gosto.

publicado por hpserra às 17:45
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2 comentários:
De António de Sousa e Silva a 4 de Junho de 2008 às 17:55
Obviamente que tenho opinião sobre a circunstância de na Ponte Romana não se efectuar trânsito automóvel.
Trata-se, como não podia deixar de ser, de um simples ponto de vista de um simples cidadão que, desde os tempos em que exerceu funções autárquicas e até agora, não mudou de opinião.
Mas a minha opinião, quer como simples cidadão ou como autarca, não é a que conta para este efeito.
Tudo o diga respeito à vida de uma cidade – o mesmo que dizer de um país – não tem apenas a ver com o ponto de vista pessoal, quer de um simples cidadão quer deste empossado em funções políticas. Tem a ver com a democracia e, como nela, os respectivos cidadãos e suas instituições encaram a forma como a sua cidade ou país deve ser gerido ou governado. Ou seja, tem essencialmente a ver como em democracia exercitamos a nossa cidadania e a forma como, em sociedade, tomamos decisões. Tem, assim, a ver com a governância , ou como entendemos que devam ser os processos de decisão das coisas da nossa cidade e do nosso país.
Não acredito em iluminados. Acredito apenas na força e na capacidade dos cidadãos em serem capazes de assumirem, qualquer que seja o lugar que ocupem, os destinos das suas terras e das suas gentes.
Como também não concordo com certos fundamentalismos a propósito do património histórico e cultural de uma cidade e de um povo.
O património histórico e cultural, como a Ponte Romana sobre o rio Tâmega em Chaves, expressa e revela a memória e a identidade das populações e comunidades que por Chaves passaram, nela habitaram, e aqueles que nela vivem. Ajuda-nos a interpretar o nosso passado, recriando a nossa história. Este legado patrimonial, para além de uma função de identificação simbólica dos flavienses com o passado, cumpre, por outro, uma função política, ao favorecer a coesão social da comunidade flaviense na construção da sua identidade e do seu futuro.
Mas, para além do valor simbólico e político, o património, e consequentemente a Ponte Romana, cumpre também um papel económico.
É aqui, nesta função, que as opiniões dos flavienses, creio, se dividem: pô-la na usufruição plena das suas gentes e visitantes, com o mínimo de restrições ou, então, restringi-la apenas a certos usos, compatíveis com outras funções como a turística, e em detrimento da função tradicional e do comércio.
Tenho para mim que a função essencial de uma ponte é unir margens, não dividi-las.
E mal andou a nossa autarquia, conhecedora desde sempre das tensões existentes quanto à possibilidade ou não de trânsito automóvel, quando, ao dar início às obras não resolveu, ex ante, esta questão.
Deveria, antes da adjudicação da obra, ter obtido o “feedback” dos flavienses sobre este assunto, mesmo que fosse por via referendária. Assim ter-se-iam evitado quer custos políticos, quer técnicos, quer ainda financeiros.
Que este exemplo nos sirva, assim, de lição. Gerir, governar não é apenas “cobrar”. É, essencialmente, participar, “ouvir”, para depois decidir. Com todos. Para bem de todos.
Obviamente que não é da minha responsabilidade o último comentário feito com o apelido de “Sousa e Silva” neste bologue . Só no concelho de Chaves existem, pelo menos, três famílias diferentes com o simples apelido de “Sousa e Silva”. Mas presumo que, quem o usou, quisesse inculcar nos leitores de que da minha pessoa se tratava. Já estamos habituados. Periodicamente, particularmente em períodos pré-eleitorais e em campanhas autárquicas, o meu nome aparece nos blogues de Chaves, muitas vezes não sei a que insondáveis propósitos. Pessoalmente já não me incomodam, pois já passei por casos bem piores! Contudo, confesso, que tenho pena por aquilo que podem provocar nos meus amigos e, particularmente, naqueles que, comigo, foram participes em projectos políticos comuns no passado. Por tal facto, nunca lhes “dei troco”, atento ao profundo respeito que tenho por eles e pelos projectos que conjuntamente realizámos. Que valem mais que tudo o resto…
António de Sousa e Silva
Portador do BI nº 3436044
Contribuinte fiscal nº 129238066


De Viriato a 5 de Junho de 2008 às 15:44
Embebedem-se as pessoas com as narrações dos bem conhecidos SPIN DOCTORS, como o Sr. e a guerra do Iraque foi devido á existência de armas de destruição massiça, (Mataram-se mihões de inocentes)... as mulheres tiveram de se transformar em exibidoras das Tochas da Liberdade (para morrerem de cancro)...etc...etc...
Tenham vergonha de explicar o inexplicável.
Só a cobardia pura pode gerir tais argumentos.


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