Terça-feira, 11 de Março de 2014

Alberto Alves

 

Alberto Alves, flaviense de gema, por ironia do destino foi nascer a Salvador de Louredo, Póvoa de Lanhoso, a 11 de Março 1892, faz hoje 122 anos.

Fotógrafo precoce, com apenas 10 anos de idade resolveu construir a sua primeira máquina fotográfica.

 

 

Desde a infância, pois, revelou uma aptidão invulgar para a fotografia, que cedo transformou em mestria, facto que chamou a atenção de Nicolau Mesquita, dono da antiga Tipografia Mesquita, que o convidou a realizar as primeiras coleções de postais ilustrados da cidade de Chaves, na primeira década do século passado. Foi o seu primeiro trabalho bem remunerado, atividade que manteve ao longo de toda a sua vida profissional de fotógrafo.

 

 

 

Paralelamente começou a exercer a atividade de fotógrafo na casa da família Padrão, usando o pátio exterior como estúdio, local onde realizou alguns dos seus mais belos documentos como retratista.

 

 

A partir de 1918, fundou em sede própria, no n.º 155 da Rua Direita, a casa que é conhecida até aos nossos dias como “Foto Alves”, que dirigiu até 1962.

 

 

Nos anos 20, expandiu a sua ação à estância termal de Vidago, onde abriu uma sucursal da casa mãe. Em 1937, no número 55 da Rua de Santo António, inaugurou uma nova filial, no local onde haviam funcionado a Foto Fernandes e a Foto Beleza.

 

 

Alberto Alves foi sempre um autodidata extraordinário, muito intuitivo e um investigador incansável. A sua curiosidade levou-o a corresponder-se com Louis Lumière, e foi amigo e íntimo de prestigiados fotógrafos da sua época. Ganhou vários prémios nos salões de fotografia nacionais a que concorreu (medalhas de ouro, prata e menções honrosas).

 

 

Foi ainda importador e representante das principais marcas internacionais (Lumière, Carl Zeiss, Kodak, Zeiss Ikon, Goerz, Agfa, etc).

Algumas das suas fotografias foram publicadas na "História de Portugal" de Damião Peres, editada pela Portucalense Editora, em Barcelos, em 1928.

 

 

Produtor e editor de postais ilustrados, fotógrafo de estúdio e reportagem, correspondente da empresa "Jornal O Século", ao longo dos anos foi registando todos os acontecimentos relevantes da região flaviense.

 

 

Está representado no Museu da Presidência da República, como fotógrafo dos presidentes Marechal Carmona e Marechal Costa Gomes.

 

 

Deixou-nos um olhar único sobre Chaves, num trabalho sério e apaixonado. Tudo que ele fotografava tinha grandeza e elegância, mesmo os seus mais humildes retratos populares.

 

 

Pai de quatro filhas e viúvo muito cedo de Carminda da Costa Freitas, Alberto Alves faleceu na cidade de Chaves em Janeiro de 1969, após prolongada doença.

 

 

A obra de Alberto Alves é para os flavienses um tesouro artístico e documental de valor inestimável.

 

publicado por AAC às 23:43
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Domingo, 9 de Fevereiro de 2014

O livro “Azulejos da Egreja do Hospital da Misericórdia de Chaves”

 Figura 1 - Igreja e Hospital da Misericórdia de Chaves, cerca de 1925 (Fotografia de Alberto Alves)

Bilhete postal editado pela "Sociedade de Defeza e Propaganda de Chaves"

 

O AUTOR (1)

António José Cerimónias nasceu em Chaves, a 30 de setembro de 1871, vindo a falecer a 25 de novembro, corria o ano de 1948.

Frequentou o curso de Preparatórios e o curso Teológico, no Seminário Conciliar de Braga, sendo ordenado sacerdote em 1896, a 26 de julho.

Exerceu as funções de capelão do Hospital da Misericórdia de Chaves, sendo ainda professor e explicador do ensino livre.

Foi vereador da Câmara Municipal de Chaves, na primeira comissão administrativa do período republicano, com o pelouro da Instrução Pública, entre outubro de 1910 e janeiro de 1911. Nessa qualidade, propôs a colocação do pelourinho em frente do edifício da câmara municipal, proposta essa aceite pela restante vereação.

 

 

 

Figura 2 - Museu da Região Flaviense, no antigo Convento das Freiras, atual Escola Secundária Fernão de Magalhães, cerca de 1930

(Fotografias de Alberto Alves, arquivo da Foto Alves)

  

Interessou-se, grandemente, pelo enriquecimento do espólio do Museu Regional e Biblioteca Erudita”, tendo feito parte da sua Comissão Instaladora, em 1929.

Envolveu-se em polêmica quando se recusou servir de escrivão num processo instaurado contra o cidadão Domingos Gomes de Morais Sarmento, no seguimento das incursões monárquicas de 1912.

A Câmara de Chaves consagrou o seu nome numa rua urbana. http://goo.gl/maps/WCXQk

Sob o pseudónimo de António da Veiga, colaborou assiduamente nos jornais locais.

 

A IGREJA

A igreja da Santa Casa da Misericórdia, de traço tipicamente barroco, situa-se no Largo Caetano Ferreira. Iniciou-se a sua construção no ano de 1532 (2) e teve seu término em 1601, segundo inscrição gravada numa coluna.

Até ao arranjo efectuado em 1921 pela C.M. Chaves, que deu origem à escadaria actual, existia defronte do templo um adro que serviu de cemitério até 1839.(3)

 

Figura 3 - Igreja da Misericórdia, cerca de 1910

(Fotografia de Alberto Alves,arquivo da Foto Alves)

  

 

Figura 4 - Igreja da Misericórdia, cerca de 1910

(Fotografia de Alberto Alves, bilhete postal editado pela Tipografia Mesquita)

 

 

No seu interior, possui as paredes revestidas em azulejaria do século XVIII, com temática bíblica, atribuídos a Oliveira Bernardes. No teto, de madeira, está pintada a cena da visitação de Nossa Senhora a Santa Isabel, obra da autoria de Jerónimo da Rocha Braga, datada de 1743.

  

 

Figura 5 - Igreja da Misericórdia, vista interior

 

O altar é profusamente decorado em talha dourada, com anjos, cachos e volutas.

Na fachada podem visualizar-se oito colunas salomónicas (colunas torneadas em espiral), quatro no rés-do-chão, ladeando três arcos de volta inteira, e outras quatro no primeiro andar, emoldurando três varandas. No alto, ao centro, a imagem esculpida da Senhora da Misericórdia ou Senhora do Manto (Mater Omnium), abrigando "os desprotegidos da sorte" ou ”os desventurados de todas as classes sociais".

 

 

  

Figura 6 - Pormenor da fachada, Senhora da Misericórdia ou Senhora do Manto

 

O FOTÓGRAFO

Alberto Alves, flaviense de gema, por ironia do destino foi nascer a Louredo, Póvoa de Lanhoso, a 11 de Março 1892.

 

 

Fotógrafo precoce, com apenas 10 anos de idade resolveu construir a sua primeira câmara fotográfica. Desde a infância, pois, revelou uma aptidão invulgar para a fotografia, que cedo transformou em mestria, facto que chamou a atenção de Nicolau Mesquita, dono da antiga Tipografia Mesquita, que o convidou a realizar as primeiras coleções de postais ilustrados da cidade de Chaves, na primeira década do século passado. Foi o seu primeiro trabalho bem remunerado, atividade que manteve ao longo de toda a sua vida profissional de fotógrafo.

Paralelamente começou a exercer a atividade de fotógrafo profissional na casa da família Padrão, usando o pátio exterior como estúdio, local onde realizou alguns dos seus mais belos documentos como retratista.

A partir de 1918 fundou em sede própria no nº 155 da Rua Direita a casa que é conhecida até aos nossos dias como “Foto Alves”, que dirigiu até 1962.

Alberto Alves foi sempre um autodidata extraordinário, muito intuitivo e um investigador incansável.Deixou-nos um olhar único sobre Chaves, num trabalho sério e apaixonado. Tudo que ele fotografava tinha grandeza e elegância, mesmo os seus mais humildes retratos populares. A sua obra é para os flavienses um tesouro artístico e documental de valor inestimável.

Pai de quatro filhas e viúvo muito cedo, Alberto Alves faleceu na cidade de Chaves em Janeiro de 1969, após prolongada doença.

 

O LIVRO

O livro foi editado, corria o ano de 1928, pela Mesa da Santa Casa da Misericórdia com o intuito do produto da sua venda reverter a favor da Santa Casa. O seu preço foi de 10$00, encontrando-se à venda nas lojas dos senhores Amaral, A. Lopes, Teixeira de Melo, Raul Silva e Raul Leite. Também sabemos que foram enviados 1000 exemplares para a Exposição Ibero-Americana de Sevilha, de 1929. Por alturas da sua publicação, foi notícia no Jornal do Comercio e Colonias.(4)

Vamos entrar...

 

 

 

 

 

 

 

Referências bibliográficas: 

 

(1) “Dicionário dos Mais Ilustres Transmontanos e Alto Durienses”, Barroso da Fonte, 2001

 

(2) “História Moderna e Contemporânea  da Vila de Chaves”, Júlio Montalvão Machado, 2012

 

(3) Igreja da Misericórdia de Chaves”, Isabel Viçoso, 2000

 

(4) “Era Nova”, Francisco de Barros, 08/07/1928

 

publicado por AAC às 22:52
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Domingo, 27 de Outubro de 2013

A Feira dos Santos

Recuemos no tempo. Os Celtas, ”os Santos não são mais do que a cristianização da festividade celta samhain, que decorria na noite de 31 de outubro para 1 de novembro (início do nova ano celta).1

Mais tarde, a igreja cristã, na pessoa do Papa Gregório IV, em 835, uniformiza a data de 1 de novembro para a celebração do Dia de Todos-os-Santos.2

Nas suas origens podem estar, também, as feiras francas instituídas à vila de Chaves, por D. Dinis (1289), por D. João I (1410) e por D. Manuel I (1509).


Mais recentemente, foi difícil conciliar a Feira com o Dia dos Fiéis Defuntos, a polémica instalou-se…


É difícil sabermos quando foi a 1.ª Feira Anual dos Santos; o primeiro sinal é dado numa ata camarária, datada de 1860, onde consta a escolha dos lugares para os feirantes; em 1884, instala-se na rua do Olival, regressando ao Arrabalde e ao Olival, em 1896. A feira do gado situava-se no largo do Tabolado.

 


Em 1904, faz-se coincidir a Feira com a inauguração da luz elétrica.

 

A partir de 1905, a câmara deliberou “doravante se permite a exposição e venda de gado e géneros”, nos seguintes locais:

 

1 – Largo de S. Roque: gado suíno

 

 

2 – Largo do Tabolado: gado bovino, cavalar, muar, ...

 

 

3 – Largo Rui e Garcia Lopes (Arrabalde): ferros, louças, ...

 

 

4 – Antigo Mercado (rua do Olival): géneros alimentícios

 

5 – Largo 8 de Julho (Anjo): lãs e queijos

 

Inicialmente organizada pela Câmara Municipal, em 1917 passou para a alçada da Associação Comercial (sita no palacete do Botelho, na Rua de Santo António), volta para a alçada da Câmara e, a partir de 1993, passa a ser a ACISAT a organizar, sempre com o apoio da Câmara.

 

 

 

Apenas algumas notas curiosas, entre outras, sendo de registar que a edilidade, em 1938, decide-se pelo Largo das Freiras e ordena que as barracas sejam de madeira e “de tipo único e os taipais todos da mesma altura”2


"Como já por ali fervilham as roletas e os batoteiros…” (in “O Intransigente”, 1886), “Está muito animada …lindos fantoches e também muitas roletas…para quem gostar.” (in “O Povo de Chaves”, 1890),, “ali mesmo, no Arrabalde, havia roletas com os castelinhos de coroas, a chamariz dos infelizes. A jogatina foi desenfreada. A batota foi franca, foi como nunca se viu em Chaves” (in “A Voz de Chaves” 1904), “haverá exibição dos interessantes espectáculos cinematographicos, com música nos intervalos.” (in “O Intransigente” 1904) e “Do Porto viera aviso …20 carteiristas, (…). Alguns foram presos por suspeitas, sendo um deles, ao que se dizia, o chefe da quadrilha” (in “Região de Chaves”, 06/11/1924) 3

 

 

Quem não se lembra dos prémios das montras, dos espetáculos cinematográficos, dos comboios especiais, dos barraquistas Francisco Morais e Albano dos Santos, da “cabra 5 patas”, dos robertos (“i eu torno a escoitar!!!!!”), do pucarinho, de fazer “direta” (o Sport, o Geraldes, o Jorge e o Central não fechavam as suas portas), de roubar um pretinho com a pila vermelha, do Romualdo (dos matraquilhos), do ratinho da sorte, do Sr. Faro (Sai sempre!), das espanholas, dos bailes,…

 

A Feira dos Santos, com os tempos, cresceu …foi-se espalhando pela cidade, tentáculos dum polvo. Foi-se adaptando aos tempos… fervilhando de pessoas… internacionalizando-se (os habituais espanhóis e ciganos, mais os africanos, sul americanos e orientais).

 

 

 

 

 

 

Realmente já não é o que era… Outros tempos! Felizmente.

 

 

1 “Por Aquas Flavias”, Manuel Carvalho Martins

2 “A Feira-Festa Anual dos Santos em Chaves”, Manuel António Pereira

3 Jornais de Chaves

publicado por AAC às 22:49
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Segunda-feira, 17 de Junho de 2013

O "Guia-álbum de Chaves e seu concelho"

Ao observar este belo postal antigo (1) há um aspecto que salta à vista, a ausência do pelourinho…!

A indagação sobre o seu paradeiro levou-nos às primeiras décadas do século passado, aos tempos da 1ª República, quando foi transportado de um quintal na Madalena para o Largo de Camões e montado em frente da Câmara Municipal.

Fotografias originais desse tempo não existem, apenas se conhecem quatro  imagens que retratam a localização do pelourinho nesta época. Uma delas foi editada em postal ilustrado (2):

 

 

 

 

As outras desconhecemos se chegaram a ser editadas, duas delas encontram-se na obra que apresentamos a seguir:

 

" FACTOS E NOTÍCIAS (3)

Guia de Chaves

Com o louvável intuito de concorrer para os fundos da Liga Flaviense de Instrução e Beneficência e de chamar a atenção dos turistes para as belezas e recursos de Chaves e seus arredores, publicou o sr. Manuel Rodrigues um curioso e elegante guia, que, além da importante dose de informações, se torna recomendável pelo grande numero de dados históricos que fornece ao visitante desta região. Para nós, o simples facto do nosso bom amigo pôr de parte o seu interesse pessoal e dedicar o seu trabalho à obra da Liga, leva-nos a aplaudir sem restrições a sua ideia, se bem que nos pôe em situação de não podermos analisar insuspeitamente o seu livro. O Flaviense acha-se de tal forma integrado e empenhado no futuro dessa nobre instituição, que tudo quanto para bem dela

se fizer merece o seu imediato aplauso. Quer-nos porém parecer que, sendo, como diz o seu autor, sem pretensões literárias e susceptível de futuras edições que o aumentem e tornem mais copioso em informações sobre as industrias locais, (sobretudo no que trata de esboços de industria existentes nas aldeias das vizinhanças de Chaves e que encerram um carácter puramente nosso), sobre a arte quasi primitiva da região, sobre as ruinas existentes que evocam os tempos da época romana, etc., o livro é digno de ser acolhido como uma bela tentativa. Trabalhos desta natureza são difíceis de organizar. O que tem propriamente valor é a iniciativa de quem pela primeira vez os lança a público. O guia álbum é um livro que servirá de baze a uma futura obra em que surjam todas as belezas, riquezas, tradições e usos desta boa terra, até agora quasi ignorada. Felicitamos o sr. Rodrigues pela sua iniciativa de homem de bem e de verdadeiro flaviense, que acima de tudo põe o culto da sua terra." 

 

É este livrinho que hoje vos apresentamos, volvidos que são 97 anos sobre a data da sua publicação. Profusamente ilustrado com imagens, através das suas páginas somos levados numa viagem ao tempo da Chaves de princípios do século passado, constituindo uma monografia de elevado valor informativo sobre aquela época.

 

 

 

 

Sobre o autor:

Manuel António Rodrigues foi um denodado republicano, teve um papel activo no 31 de Janeiro de 1891 (revolta republicana do Porto), integrando o comité flaviense, em virtude do que chegou a estar preso, e uma forte intervenção política nos primeiros anos da república em Chaves. 

 

 

 Os membros do “Comité Revolucionário de Chaves” em 1912 (4)

 

Integrou a Comissão Administrativa do Concelho de Chaves logo a seguir à proclamação da República, e fez parte do Batalhão Patriótico para a Defesa da República (5). Participou nos confrontos durante as incursões de Paiva Couceiro em 1911-12 e em particular no 8 de Julho de 1912. Mais tarde integrou a comissão política do Partido Evolucionista do dr.  António Granjo (6), foi vogal da Câmara Municipal e comandante dos Bombeiros Voluntários. Faleceu em finais de 1927.

Exerceu a sua actividade profissional como importador de automóveis americanos e agente da marca belga “Minerva Motors”, era também proprietário da Serralharia Rodrigues, no entroncamento da Madalena, oficinas onde foram executados os gradeamentos e portões do Jardim Público e do coreto, entre outras obras espalhadas pela cidade e mandadas erigir pela edilidade.

Foi um dos mais activos membros da "Liga Flaviense de Instrução e Beneficiência" , a qual, entre outras actividades beneméritas, manteve uma Escola Primária, nocturna e gratuita, sob a direcção do professor João Delgado, integrada na Liga Popular Contra o Analfabetismo e subsidiada em 80$00 pelo Ministério da Instrução Pública (7). Era frequentada por adultos e jovens trabalhadores de ambos os sexos.

 

 

Sobre a obra:

B.N.P. Torre do Tombo

Cota H.G. 15446//6 P.        

TÍTULO : Guia-album de Chaves e seu conselho (sic)

AUTOR(ES): Rodrigues, Manuel António, ca 18- -

PUBLICAÇÃO: Porto : [s.n.], 1915 : -- Tip. Progresso)

DESCR. FÍSICA: 66 p. : il. ; 19x27 cm

Colecção: Fundo Geral Monografias

Estado: Mau estado, acesso restrito sob autorização

 

Notas:

(1) Primeiro número de uma coleção de postais editados em data incerta pela “Sociedade de Defeza e Propaganda de Chaves”, com fotografias da autoria de Alberto Alves. Conhecidos como “série azul”, foram impressos em Paris pela firma “Levy et Neurdain”, num belo tom de azul da prússia. Muito apreciados pelos coleccionadores.

(2) Editado pela casa Gomes & Rei, em data incerta, com cliché de Alberto Alves, impresso em Lyon na “Societé Lumiére”.

(3) Jornal “O Flaviense”, Chaves, 18 de Junho de 1916.

(4) Fotografia de Joshua Benoliel, Arquivo Empresa Pública Jornal O Século-Serviço de Fotografia, DGARQ Torre do Tombo, Lisboa.

(5) Jornal “O Semanário”, Chaves, 11 Outubro de 1910, editorial "A proclamação da República em Chaves".

(6) Jornal “O Flaviense”, Chaves, 4 de Julho de 1915, artigo "8 de Julho", António Granjo.

(7) Decreto-Lei 1065, de 31 Outubro de 1914. 

 

 

Bibliografia:

“A República em Chaves”, Júlio M. Machado, 1998

“A República no Distrito de Vila Real (1873-1933)”, Joaquim Aires, 2010

 

publicado por AAC às 23:04

editado por artchaves em 21/06/2013 às 18:11
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