
Esta é daquelas belas relíquias que vem mesmo a propósito, como estamos em tempo de Santos, aqui temos um pequeno trecho da já provável centenária Feira, no lugar do edifício que vemos ao centro, está hoje uma operadora de telemóveis, e lá ao fundo, é visível a entrada para o Picadeiro.
De carlos alves a 30 de Outubro de 2006 às 23:45
Este era o meu território de miúdo, e onde assistia desde os primeiros dias de Outubro à lenta construção das barracas, em madeira, dos Santos pelo Albano, o carpinteiro que detinha o exclusivo desta construção. No Terreiro erguia as mais diversas barracas, para as utilidades e brinquedos, e na Avenida dos Aliados abundavam as barracas dos feirantes das samarras e dos fatos.A casa inacabada, encostada ao picadeiro, servia de armazem para guardar estas madeiras das barracas de um ano para o outro.
ESSE SENHOR ERA MEU AVÔ, ALBANO SANTOS QUE COM A AJUDO DOS FILHOS ERGUIA AS BARRACAS QUE TODOS OS ANOS "AQUECIAM" O FRIO INVERNO TRANSMONTANO, DE UMA GRANDE CIDADE ONDE NASCEM GRANDES HOMENS.
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