Praça de Chaves pós-1640
31.07.05 | Fer.Ribeiro
Ainda hoje, em vários pontos da cidade são visíveis alguns troços ou pedaços da chamada muralha seiscentista (século XVII), na imgem vemos uma cartografia daquela época(?), em que há pormenores que chamam à atenção, o Forte de S. Francisco (ao centro/direita), do outro lado (ao centro/esquerda), vê-se uma especie de rectângulo que era nem mais nem menos que a muralha medieval, de notar tambem que aonde é hoje o bairro da Madalena, havia muralha.
Lembrei-me de publicar esta foto, a propósito de um "post" no Blog "Chaves I", em que o seu "webmaster", Fernando Ribeiro, chamava à atenção da cor da água do Tâmega, muito esverdiada. Segundo dizem os entendidos, tal facto deve-se ao baixo caudal, ao ano a que esta imagem se reporta (1976), aconteceu o mesmo fenómeno, e tambem muito semelhante a este (2004/5) em termos de baixa precipitação.
Uma multidão lotando por completo o Arrabalde, para presenciar o cortejo religioso das festas do concelho da então vila de Chaves, este tipo de eventos a nível urbano, perdeu o fulgor de outros tempos, em minha opinião obviamente.
A pedido do nosso sempre desejável visitante F.Pizarro Bravo, abrimos aqui uma excepção(o sol não nasce para todos), de qualquer maneira apenas as imagens são recentes, porque o problema ( leia-se ruínas) já é bem velho, sugiro até ao Instituto do Património Arquitéctónico, que classifique estes escombros de monumento nacional.
"Quem do centro da cidade se dirije às Caldas pela Rua 28 de Maio não pode deixar de reparar com desagrado no estado em que se encontram dois (2) velhos casarões a ladear as escadas que vão da referida artéria à Rua do Correio Velho.Um deles
Esta bela imagem, tirada a partir do Alto da Forca, será de finais de 60's ou princípios de 70's, é do tempo em que as muralhas eram visíveis por todo lado. Hoje são mais visíveis as muralhas de betão, é o "progresso".
Foto gentilmente cedida por António Pereira
Esta foto tem quase trinta (30) anos, certo dia, um grupo de flavienses mais uns quantos recem-chegados das ex-colónias, resolveu ir passar uma tarde ao Açude. Apenas conheço duas (2) pessoas: o meu irmão (Ant. Serra) e o Quim Barrigas, quanto aos restantes, vou precisar de ajuda de flavienses residentes para os tentar identificar