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CHAVES ANTIGA

chaves.antiga@sapo.pt

CHAVES ANTIGA

chaves.antiga@sapo.pt

Quo vadis Aquae Flavie? "Jardim das freiras".

18.10.06 | Fer.Ribeiro
freiras01.jpgJá há algum tempo que não se falava nas Freiras, se calhar os autores da "Flinstones Square" julgavam que nós flavienses já nos tinhamos esquecido da beleza deste jardim tal como esta bela foto nos mostra, puro engano, não temos a memória curta, e valha-nos as imensas fotos que dela existem, para a qualquer momento recordar-mos.

Rio Tâmega, final dos anos 50.

18.10.06 | Fer.Ribeiro
rionoverao.jpgBom, até dá vontade de entrar pela foto a dentro e sentir aquele "cheirinho" a rio típico no Verão, realmente, não é ser saudosista, porque no passado tambem havia imensas coisas piores, mas imagens como esta, que respiram saude ambiental por todos os lados, já não são possíveis nos dias de hoje, é que alem dos miudos a "curtirem" o Rio, vê-se lá mais para trás a senhoras a lavar roupa, bons tempos!!

Praça da República, final dos anos 50.

12.10.06 | Fer.Ribeiro
pelourinho60s-1.jpgEmbora os flavienses mais novos não se recordem, mas durantes várias decadas o Pelourinho teve a companhia de um pequeno jardim, mas a partir do final dos anos 60 começou a contagem decrescente do espaço verde, para nos anos 70 acabar com o resto, então começou a moda das "pedreiras", moda essa que teve continuidade até aos dias de hoje, a "Freiras" são um exemplo disso.

Grupo Desportivo de Chaves, epoca de 1966-67.

11.10.06 | Fer.Ribeiro
gdc-1966-67.jpgFoi esta a equipa que o Desportivo apresentou para mais uma tentativa (frustrada) de ascensão á II Divisão Nacional, foi assim durante toda a decada de 60, eram sempre candidatos à subida, mas ficavam sempre á porta, só na epoca de 1972-73 é que se conseguiu tal objectivo. Este plantel era praticamente prata da casa, inclusive o treinador, porque as dificuldades eram muitas. Mais uma foto extraida do livro: "RECORDANDO PARA FAZER HISTÓRIA" de António Saldanha e Álvaro Coutinho.

Vista geral, 2ª metade dos anos 50.

11.10.06 | Fer.Ribeiro
geral-50-60.jpgQuando vemos estas belas fotografias e comparamos com actualidade, nota-se a olhos vistos que a cidade cresceu muito desordenadamente, e fácil de de ver, basta ir ao Alto da Forca, de onde foi tirada esta imagem e comparem, é claro que estou-me a referir mais em particular aquela zona das Caldas, Praça do Brasil, Fonte Nova, que é o que se vê em primeiro plano. Colecção particular de A. Joel.

Rio Tâmega/Ponte Romana, início dos anos 30.

11.10.06 | Fer.Ribeiro
29-36.jpgEsta bela fotografia da tal colecção de postais em sépia, deve ter sido tirada muito pouco antes do aterro feito em 1936, vendo-se em primeiro plano o "Canto do Rio", hoje oficialmente designado por Alameda Trajano, desse pequeno conjunto de casas apenas resta uma (2ª esq/drt) e em ruinas, quanto ao resto dos edifícios que vemos na foto, ainda estão lá quase todos. Colecção particular A. Joel.

Praça de Camões, final dos anos 60.

10.10.06 | Fer.Ribeiro
olmo.jpgTal como indica no título, no final dos anos 60 esta Praça foi submetida a obras da (re)pavimentação, ou seja, o actual visual, foi tambem colocada nesta altura a estátua do Duque de Bragança, ao fundo pode-se ver o Olmo, a emblemática árvore que muito provavelmente estaría nos seus últimos tempos de vida.

Funeral de António Granjo, Lisboa, Outubro de 1921.

06.10.06 | Fer.Ribeiro
funantgrj.jpgComo ontem foi dia 5 de Outubro e se comemorou o 96º aniversário da Implantação da República, muito naturalmente falou-se aqui na Blogosfera Flaviense numa grande figura da I República que se chamava António Granjo. Após a Revolução de 5 de Outubro de 1910, as divergências internas entre republicanos foram quase imediatas que culminou com a divisão e o desaparecimento do Partido(Republicano) em três (3) facções, Democrático, Unionista e Evolucionista, confesso que até nem sei a qual destas facções pertencia António Granjo, o que é certo é que se caiu num caos de tal ordem (entre 1910-1926), que foram 16 anos de autêntica guerra civil, na chamada "Noite Sangrenta de 19 de Outubro de 1921", António Granjo, estava à hora errada no local errado, levado para o Arsenal da Marinha, acabaría por ser assassinado a tiro juntamente com outras pessoas.

Chaves - Jardim Público

03.10.06 | Fer.Ribeiro
jardim-publico.jpg
Esta fotografia (mais uma de Dinis Ponteira) vem mesmo a propósito. Pois anunciam-se obras para este jardim. Aqui fica mais um testemunho do que ele foi e ainda é, à excepção da estátua de Cândido Sotto Mayor, que vá-se lá saber porque, alguém decidiu mudá-la de sítio.

Uma foto que já se recorda, para mais tarde recordar.

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