
O bichinho dos carros sempre mexeu com os flavienses e, de forma legal ou clandestina ainda mexe. Agora imaginem os putos de hoje o que era fazer perícia e velocidade com as máquinas hoje reproduzidas na foto. Era adrenalina total, ainda para mais num tempo em que o principal meio de transporte da cidade era a pé, de bicicleta ou de motorizada, que esta coisa dos carros e da velocidade, não estava ao alcance de qualquer bolsa.
Amigo Humberto o carocha que bateu à volta da Escola Industrial, foi o do irmão do Luis Costa, filho do Sr.Costa da CUF - lembram-se?Quanto aos veiculos que faltam também não aparecem os minis cooper "s" da familia Castro Lopo, o Alfa Romeo do meu Pai,o Manuel Pinheiro, o Luis da Condeixa entre outros, que já disputavam na época o Raly do Douro que era na Régua.
De francisco Rodrigues a 26 de Maio de 2006 às 13:54
Já me entalas-te.
De humberto serra a 26 de Maio de 2006 às 11:01
Quando eu disse que é lenda, queria dizer pouco provável, porque a dita estátua do Duque foi lá colocada em 1970( já não havia trânsito), e até nem sei se o Carocha ficou de "boa saude" depois do acidente que acho que ocorreu ainda nos anos 60.
De francisco Rodrigues a 26 de Maio de 2006 às 10:53
Ó Beto olha que as histórias do carocha do Quina não são lendas.
Um belo dia, numa dessas famosas gincanas entre o redondo (Praça do Brasil?) e a muralha havia um obstaculo que era preciso contornar. O carocha do Quina quando viu o obstáculo parecia o Herbie não fez um peão fez dois ou três. Ainda hoje isto está na minha memória.
De humberto serra a 26 de Maio de 2006 às 10:16
E já agora, recordo-me de uma estória do dito Carocha, numa dessas gincanas à volta da Escola, pouco antes da prova, o sr. Quina Falcão "espetou-se" contra uma árvore, que quase cortou ao meio o Volkswagen, o que o impediu obviamente de participar na corrida. Quanto aos peões á volta do Duque, acho que é lenda.
De Antnio Pinto a 26 de Maio de 2006 às 09:25
Não se vê na foto, mas o fio que liga o cronómetro está lá, por cima da linha de meta.
Quanto ao carocha do Quina, uma pequena história:
Uma bela noite, o meu pai, eu (tinha 5 anos) e o Quina, fomos ao circo instalado na Lapa.
Depois do espectáculo, alguém falou em fazer uma visita ao bar Aurora o que me provocou grande euforia (os pastéis de nata ainda hoje mexem comigo). Mais do que a que trazia do circo. Ao aproximar-me do referido bar, comecei a correr e caí contra o degrau da entrada. Resultado: cabeça aberta. Quem me levou ao hospital? O Quina, no carocha. Foi uma noite cheio. Só emoções. 1º o circo, depois o Aurora (natas), a seguir a queda e por fim a grande emoção: a viagem com o Quina no carocha. Aquilo andava mesmo.
PS: diziam as más línguas, que o Quina conseguia fazer piões com o carocha, entre a porta da Câmara Municipal e a estátua. Devem ser só más línguas
De francisco Rodrigues a 26 de Maio de 2006 às 08:50
Lembro-me disto como se fosse hoje. Para estar complecto só Falta aqui o carocha do Quina Falcão.
De Fer.Ribeiro a 26 de Maio de 2006 às 01:56
Esqueci referir no post que as fotos foram gentilmente cedidas para publicação por António Pinto.
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